Encontrei este artigo em um blog e sei que por causa do adultério é lícito o casal cristão se separar mas, é lícito casar novamente enquanto que o cônjugue ainda está vivo?
Nos últimos tempos, a intolerância entre casais infelizmente tem sido algo bastante comum. O compromisso selado em um altar, diante do homem e de Deus, é esquecido rapidamente quando as dificuldades e lutas começam a surgir. Mas afinal, o que está acontecendo? O que as pessoas não percebem é que quando o Mandamento de Deus não é cumprido, os frutos não se estabelecem. As bênçãos passam a não existir na vida daquele que ignora a Palavra do Senhor. Em Efésios, capítulos 25 e 26, encontramos o seguinte registro: “Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido. Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela.”
Se a mulher não for submissa, o amor do homem naturalmente deixa de existir. Por outro lado, se não há amor do homem por sua companheira, a ponto de dar sua própria vida por ela, certamente a submissão desaparece. Aí está a chave de todo conflito.
Quando marido e esposa deixam de honrar um ao outro, o relacionamento se transforma em uma ficção. Segundo a Bíblia, o divórcio só é permitido em caso de adultério “Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher (isso vale também para o homem), a não ser por causa de infidelidade (adultério), e casar com outra, comete adultério; que casar com a repudiada também comete adultério”e o (Mt.19:9; 5:28-Mc.10:6-12). “Não adulterarás” (Êx.20:14). Jesus falou claramente aos judeus quando foi interrogado acerca da separação conjugal e da carta de divórcio permitida por Moisés (Dt.24). Jesus volta lá no princípio (Gênesis) mostrando o propósito do Pai: “O casamento sem separação”.
No entanto, Ele mostra um motivo para que esse casamento venha a ter fim.
O adultério é destacado nesta conversa com os judeus e explicado com A possibilidade de perdão, no entanto, nunca pode ser descartada. Se o adúltero se arrepender, nada é mais aplausível do que liberar perdão e lutar para manter o casamento e a família unida. No caso de viuvez, a Bíblia documenta, em Romanos 7:2-3, que a mulher casada (isso vale também para o homem) está ligada pela lei a seu marido enquanto ele viver; mas, se ele morrer, ela está livre da lei do marido. De sorte que, enquanto viver o marido, será chamada adúltera, se for de outro homem; mas, se ele morrer, ela está livre da lei, e assim não será adúltera se for de outro marido. “A mulher está ligada enquanto o marido (ou esposa) vive; mas se falecer o marido (ou esposa), fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor” (ICor.7:39). Os viúvos não são obrigados a ficar sozinhos; Deus dá liberdade total para encontrarem outro companheiro cristão, para juntos terminarem a carreira.
Conclusão: a escolha de um companheiro ou companheira não pode ser uma decisão tomada de qualquer maneira, pois trata-se de uma escolha definitiva de extrema responsabilidade. Uma decisão para toda a vida e não uma tentativa de relacionamento para “ver se vai dar certo”.
Não se pode esquecer que uma má escolha pode comprometer toda uma vida. Em geral, os divorciados não têm direito de casar de novo, pois Jesus diz que tais casamentos são adúlteros (Lucas 16:18; Marcos 10:9-12). Adúlteros não participam do reino de Deus (1 Coríntios 6:9-10). O próprio Jesus deu uma exceção a essa regra geral (Mateus 5:32; 19:9). No caso de uma pessoa se divorciar por causa das relações sexuais ilícitas do seu parceiro, esta pessoa é inocente, sendo o único motivo para a separação conjugal.
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